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Celso Niskier
Diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)
Reitor do Centro Universitário UniCarioca
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Ao ser convidado para falar sobre como fica o capital humano nesses novos tempos, em evento realizado pela ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software, atendendo a um pedido de seu presidente, Rodolfo Fucher, pus-me a pensar se algo realmente teria mudado durante a pandemia. Seria o ser humano mais importante ou menos importante no mundo que emergirá da crise da Covid-19?

Podemos, sim, imaginar que as tendências de inovação tecnológica foram aceleradas pela virulência do novo coronavírus, trazendo com isso a importância crescente das habilidades essencialmente humanas, as que (ainda) não foram substituídas pela máquina: criatividade, empatia, liderança e empreendedorismo, entre outros softskills tão importantes para o profissional desse “novo” normal. Não consigo imaginar as máquinas sozinhas desenvolvendo e distribuindo novas vacinas em larga escala sem a faísca criativa da inspiração humana.
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Antonio OliveiraAntônio de Oliveira
Professor universitário e consultor de legislação do ensino superior da ABMES (1996 a 2001)
antonioliveira2011@live.com
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Reserva natural é uma área com valores especiais, parque florestal que se destina à conservação de espécies animais e vegetais, beleza cênica, características históricas, dentre outras. Raramente uma reserva advém da iniciativa privada, mais raramente ainda de pessoas físicas. Por isso merece divulgação e incentivo quem assume esse tipo de empreendimento.

Serra do Facão é o nome oficial da serra, cujo cimo, bem estreito, estende-se por 4km de comprimento, no município de Pará de Minas – MG, a menos de 100km a oeste de BH. Pela foto de satélite, a serra apresenta conformidade com uma lâmina de facão, fio de corte voltado para cima.

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Maria Carmen Tavares Christóvão
Atua e colabora com a Pro Innovare
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O Slow Food é uma organização global de base, criada na Itália em 1989 com o objetivo de disseminar a cultura do prazer gastronômico e um lento ritmo de vida.

Até a pandemia eram raros os profissionais que reservavam parte do seu tempo para desenvolver a “atitude sem pressa”. A ideia do ócio criativo nunca foi disseminada dentro das organizações.

A base do movimento está no questionamento da pressa e da loucura gerada pela globalização, pelo apelo à quantidade do ter em contraposição à qualidade de vida.

É com satisfação que trago essa reflexão no momento exato em que estamos em isolamento social. Tenho obtido o reconhecimento de leitores por todo o país, que mensalmente efetuam trocas de conhecimentos com a leitura dos nossos textos. Nosso sonho maior nesse blog é compartilhar com cada um novas conquistas e reflexões, fruto do esforço de pesquisadores e colaboradores, que tem abraçado esta causa, pessoalmente. Construir e trocar ideias com uma grande rede de relacionamentos é uma convivência, no mínimo, interessante.

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